quarta-feira, 20 de novembro de 2013

2 GADGETS QUE TRANSFORMAM SEU IPAD EM FLIPERAMA!!


Uma coisa é você jogar no iPad pela tela touch screen, outra coisa é você jogar no iPad usando botões reais de um Pinball/Arcade!

Com o Duo Pinball e o iCade, você pode jogar seus jogos de fliperama favoritos, com a sensação de ter uma máquina de fliperama em casa.

Sem dúvidas o prazer de jogar usando os botões reais faz toda a diferença, além de ser super nostálgico!

Mas ainda não se compara com máquinas de pinball e arcades clássicos!!!










segunda-feira, 18 de novembro de 2013

X-TREM-1 PINBALL - O RELÓGIO INSPIRADO EM MÁQUINAS DE PINBALL

Inspirando-se em máquinas de fliperama, Pinball é uma interpretação bastante distinta do X-TREM-1 de Christophe Claret, com as suas pequenas bolas de metal, indicando horas e minutos através de novos tubos de safira. A manufatura de Le Locle também reformulou a aparência do movimento para que ele se assemelhe ao interior de uma máquina de fliperama, evocando elementos como palhetas e bolas em um mecanismo bastante visível. Mesmo as cores azul e laranja refletem o conceito do Pinball.




quinta-feira, 14 de novembro de 2013

PINBALL DO REI DO ROCK N` ROLL

Projetado pelo designer Steve Ritchie, a máquina de pinball Elvis  é uma celebração da música, da vida, e do lendário legado do Rei do Rock n 'Roll.


No Elvis pinball, Elvis canta " See See Rider ", " Blue Suede Shoes ", " All Shook Up", "Hound Dog ", " Jailhouse Rock ", " Heartbreak Hotel ", e "Burning Love". Gravações reais são usados ​​desde o famoso " 68 Comeback " especial de televisão, bem como o "Aloha from Hawaii " especial de televisão . É realmente Elvis cantando!


Elvis  canta e dança ! Na máquina tem o Elvis com agitação nos quadris e gesticulando as mãos, se move para frente e para trás em perfeita sincronia com as músicas , trazendo o microfone para o rei do rock  cada vez que ele canta uma frase!  Este efeito incrível de Elvis dançar e cantar, é destaque com faixas de som de alta qualidade remixados que atraem as pessoas para o jogo.  Elvis é o pinball mais musical já criado!



O objeto do jogo  é coletar canções de Elvis, ganhar a contagem regressiva Top-Ten, e acumular pontos, soletrando o nome de Elvis. O jogador pode, então, concorrer para a maior recompensa... Uma viagem a Graceland!




PINBALL DO REI DO ROCK N` ROLL

Projetado pelo designer Steve Ritchie, a máquina de pinball Elvis  é uma celebração da música, da vida, e do lendário legado do Rei do Rock n 'Roll.


No Elvis pinball, Elvis canta " See See Rider ", " Blue Suede Shoes ", " All Shook Up", "Hound Dog ", " Jailhouse Rock ", " Heartbreak Hotel ", e "Burning Love". Gravações reais são usados ​​desde o famoso " 68 Comeback " especial de televisão, bem como o "Aloha from Hawaii " especial de televisão . É realmente Elvis cantando!


Elvis  canta e dança ! Na máquina tem o Elvis com agitação nos quadris e gesticulando as mãos, se move para frente e para trás em perfeita sincronia com as músicas , trazendo o microfone para o rei do rock  cada vez que ele canta uma frase!  Este efeito incrível de Elvis dançar e cantar, é destaque com faixas de som de alta qualidade remixados que atraem as pessoas para o jogo.  Elvis é o pinball mais musical já criado!



O objeto do jogo  é coletar canções de Elvis, ganhar a contagem regressiva Top-Ten, e acumular pontos, soletrando o nome de Elvis. O jogador pode, então, concorrer para a maior recompensa... Uma viagem a Graceland!




sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A FEBRE CHAMADA PINBALL

Hoje em dia, basta um CD ou uma conexão à internet para saciar a sede dos adoradores de games. Mas houve um tempo em que era necessário sair de casa e freqüentar o flipper da esquina para se esbaldar com jogos que qualquer computador moderno roda com facilidade. Mas dentre os freqüentadores destas lojas, haviaviciados de uma estirpe muito especial. Tanto era assim que os fãs do pinball dificilmente gastavam as suas fichas jogando em outras máquinas e geralmente se viravam para ganhar partidas extras (os famosos “especiais”) a fim de passar a maior parte do dia jogando e longe dos deveres de casa.

Os freqüentadores desses ambientes malditos (quem não conhece uma história de um pai de colega que via
com maus olhos o hábito do filho de freqüentar fliperamas, alegando que não passavam de antros cheios de marginais) guardam na memória o fascínio provocado por máquinas como Fire Action, Cavaleiro Negro, Vortex, SureShot, Cosmic, Hawkman e muitas outras fabricadas por uma tal de Taito, que praticamente monopolizava o mercado de pinball nos anos 70 e 80.

A FEBRE CHAMADA PINBALL

Hoje em dia, basta um CD ou uma conexão à internet para saciar a sede dos adoradores de games. Mas houve um tempo em que era necessário sair de casa e freqüentar o flipper da esquina para se esbaldar com jogos que qualquer computador moderno roda com facilidade. Mas dentre os freqüentadores destas lojas, haviaviciados de uma estirpe muito especial. Tanto era assim que os fãs do pinball dificilmente gastavam as suas fichas jogando em outras máquinas e geralmente se viravam para ganhar partidas extras (os famosos “especiais”) a fim de passar a maior parte do dia jogando e longe dos deveres de casa.

Os freqüentadores desses ambientes malditos (quem não conhece uma história de um pai de colega que via
com maus olhos o hábito do filho de freqüentar fliperamas, alegando que não passavam de antros cheios de marginais) guardam na memória o fascínio provocado por máquinas como Fire Action, Cavaleiro Negro, Vortex, SureShot, Cosmic, Hawkman e muitas outras fabricadas por uma tal de Taito, que praticamente monopolizava o mercado de pinball nos anos 70 e 80.

STERN PINBALL A ÚNICA FÁBRICA DE PINBALL DO MUNDO

Já faz mais de uma década que a Stern defende sozinha o território dos pinballs. O destino de solidão foi rascunhado em 1999: naquele ano, a Williams Manufacturing Company, então uma das remanescentes desse segmento, decidiu concentrar sua área de entretenimento na WMS Gaming, fabricante de caça-níqueis e divertimentos do gênero. Também em 1999, a Sega, fabricante de jogos eletrônicos como o Sonic, um de seus maiores sucessos e mascote da empresa desde 1991 seguiu a decisão da concorrente e se desfez da linha de produção de pinballs.

Seria o fim se Gary Stern não tivesse aparecido. Filho de Samuel Stern, um profissional que se dedicou à indústria do pinball por 50 anos – e que presidiu a Williams Manufacturing, Gary comprou da Sega a área que a empresa queria fechar. A transação não apenas garantiu a sobrevivência de um segmento inteiro da economia como reatou criatura e criador: a divisão de pinballs da Sega tinha sido comprada por ela em 1994 e ela, então sob o nome de Data East, pertencia a Gary na época.

Já vão longe os dias em que a Stern produzia 27 mil máquinas por ano, mas o número atual, de dez mil unidades, está estabilizado há pelo menos seis anos. E a companhia, localizada nas cercanias de Chicago, nos Estados Unidos – uma espécie de “Vale do Silício” da indústria do pinball até a década de 1990 –, ampliou seu time de profissionais com contratações de designers, programadores e operários para a montagem.É de se supor que, com a concorrência de um PlayStation, um Xbox, um Wii, a vida da Stern não seja exatamente fácil. Um jogo grande, pesado e imutável, com sua bola de prata que roda pelo tabuleiro para saltar rampas, fugir de buracos, acender luzes e espocar plips e tóins, pode ter pouco apelo a quem já se habituou a jogos “baixáveis” na internet ou intercambiáveis em CDs e discos de Blu-ray. Mas um capitalista não estaria há 12 anos se mantendo no mercado apenas para não deixar morrer sua paixão de infância.



“Sempre haverá demanda pelo pinball”, diz Gary Stern. “A relevância do jogo vai depender muito de nós e de nossa equipe, um time de apaixonados pelo pinball”. A demanda pelo jogo tem crescido desde 2010.

Cada máquina construída pela Stern tem 3,5 mil peças e leva 32 horas para ficar pronta. As unidades-padrão saem por US$ 5 mil (em torno de R$ 8 mil) e as edições limitadas custam quase US$ 7 mil. Nos Estados Unidos, o grosso das vendas é para clientes que desejam ter seu próprio pinball em casa, mas no exterior ainda é significativo o volume das vendas para bares e casas de fliperama. As exportações incluem destinos como Reino Unido, Espanha, Itália, França, Alemanha, Áustria, China e Austrália. “E, de vez em quando também o Brasil”, informa a empresa.

Gary Stern, não só um veterano da indústria do pinball como, hoje, o único empreendedor a empunhar essa bandeira no mundo, prefere crer que sua indústria não depende exclusivamente de uma onda de saudosismo ou de um fugaz modismo retrô. Evidência disso é seu jogo favorito: “o que está hoje em produção”. Nada de olhar para o passado, ainda que o auge de toda a indústria só possa ser enxergado pelo retrovisor.
Site: http://www.sternpinball.com/