sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A FEBRE CHAMADA PINBALL

Hoje em dia, basta um CD ou uma conexão à internet para saciar a sede dos adoradores de games. Mas houve um tempo em que era necessário sair de casa e freqüentar o flipper da esquina para se esbaldar com jogos que qualquer computador moderno roda com facilidade. Mas dentre os freqüentadores destas lojas, haviaviciados de uma estirpe muito especial. Tanto era assim que os fãs do pinball dificilmente gastavam as suas fichas jogando em outras máquinas e geralmente se viravam para ganhar partidas extras (os famosos “especiais”) a fim de passar a maior parte do dia jogando e longe dos deveres de casa.

Os freqüentadores desses ambientes malditos (quem não conhece uma história de um pai de colega que via
com maus olhos o hábito do filho de freqüentar fliperamas, alegando que não passavam de antros cheios de marginais) guardam na memória o fascínio provocado por máquinas como Fire Action, Cavaleiro Negro, Vortex, SureShot, Cosmic, Hawkman e muitas outras fabricadas por uma tal de Taito, que praticamente monopolizava o mercado de pinball nos anos 70 e 80.

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